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A seleção de bombas Hidráulicas depende de muitos fatores, vazão, pressão, pórticos de entrada e saída, sentido de rotação, entre outros.
Por isso ficaremos felizes em atende-los.

A seleção da bomba depende de muitos fatores, entre eles o fluxo e a pressão necessários pelo sistema hidráulico, ou seja, a velocidade com que o cilindro ou motor deve funcionar e quanta força ou torque ele deve desenvolver. Em seguida, pode ser selecionada uma bomba que seja capaz de atender esse fluxo e a pressão. E então motores ou cilindros hidráulicos podem ser selecionados, sendo a bomba capaz de atendê-los com potência suficiente.

Selecionar componentes para um sistema hidráulico pode ser complicado. Os técnicos da Zermatt têm muita experiência na substituição e especificação de componentes de sistemas hidráulicos ou mesmo no desenvolvimento e construção de novos. Ficaremos felizes em ajudá-lo a encontrar o caminho certo.

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Nós vemos diversas bombas hidráulicas com vários problemas diferentes. Mas existem muitos problemas que são mais comuns, as bombas hidráulicas falham devido ao:

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Uma bomba hidráulica converte rotação do eixo em fluxo de óleo, quanto o motor hidráulico converte o fluxo de óleo em rotação do eixo

Uma bomba hidráulica converte a força de rotação em seu eixo em um fluxo óleo pressurizado para fornecer aos componentes hidráulicos. Exemplo: motor elétrico ou a combustão aciona o eixo da bomba, a bomba fornece fluxo óleo a um cilindro. As bombas geralmente têm uma grande porta de sucção e uma porta de pressão menor.

Um motor hidráulico converte o óleo pressurizado em uma de suas portas em força de rotação em seu eixo. Motores geralmente têm portas de tamanho igual.

Bombas e motores muitas vezes são parecidos. Mas uma diferença importante são as vedações do eixo. A câmara de sucção de baixa pressão de uma bomba fornece um local ideal para drenar a pressão do interior da bomba. Portanto, a maioria das bombas tem vedantes de eixo de pressão muito baixa. Já os motores hidráulicos exigem vedações de eixo de pressão mais alta pois ambos os lados (sucção e pressão), podem ser pressurizados com a pressão do sistema.

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Superaquecimento em bombas hidráulicas é um problema sério e frequentemente esquecidos que causa muitos prejuizos.

Superaquecimento: Esta é uma causa frequentemente ignorada em falhas de bombas, bem como outros problemas sérios do sistema. Um sistema hidráulico produz calor e o óleo o absorve. O sistema também irradia calor, principalmente através de superfícies metálicas. Quanto mais quente ela fica, mais rápido ela irradia o calor, então, eventualmente, a taxa de radiação é igual à taxa de criação de calor. Se esta temperatura estiver acima de 71°C (159,8°F), coisas ruins começam a acontecer no sistema. As vedações endurecem, tornam-se quebradiças e começam a vazar, as mangueiras perdem a flexibilidade e vez por outra racham e a viscosidade do óleo cai consideravelmente (fica muito fino) para lubrificar partes metálicas móveis e elas são pontilhadas ou desgastadas.

Recomendamos temperaturas de operação inferiores a 60°C (140°F), sendo um consenso entre os fabricantes de 45°C (113°F) para temperatura de trabalho, medidos nos pontos de geração de calor, como drenos da bomba, retorno de válvulas reguladora de pressão ou qualquer outro ponto de estrangulamento.

O meio mais usual de garantir a radiação térmica (troca de calor) adequada é usando um reservatório de bom tamanho. Usar um reservatório pequeno demais é muitas vezes responsável por um sistema muito quente. A regra geral para sistemas industriais é dimensionar o tanque para 3 minutos de fluxo de óleo da bomba, ou seja, para uma bomba de 20 litros, use um tanque como o volume mínimo de 60 litros. Para sistemas com cargas constantes e pesadas, especialmente motores hidráulicos, será necessária mais capacidade de refrigeração. Trocadores de calor (Tipo radiadores Ar-Óleo) são frequentemente instalados quando um reservatório muito grande não pode ser usado. Mas eles devem ter uma fonte de energia para acionar o ventilador, muitas vezes impraticável em sistemas menores. Sistemas usados ​​por poucos minutos e com baixa frequência e depois deixados a esfriar, podem usar pequenos reservatórios.

Bombas usadas em um sistema superaquecido geralmente não duram muito. Primeiro eles vazam quando as vedações endurecem e se quebram, e então as partes internas são gastas e desgastadas pela falta de lubrificação. Lembre-se, seu sistema não se importa com o quão difícil ou inconveniente é para você controlar a temperatura! Se ficar muito quente, você vai pagar.

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Desgaste de longo prazo: É a deterioração dos componentes devido ao uso prolongado do equipamento.

Desgaste de longo prazo: É a deterioração dos componentes devido ao uso prolongado do equipamento, se uma bomba já contar com milhares de horas de trabalho sem apresentar problemas, seus componentes internos estarão gastos devido a sua longa vida de uso. As vedações ficam duras e quebradiças, as superfícies de contato se desgastam, os rolamentos apresentam folgas, consequentemente perdendo sua capacidade de resistir a pressão do sistema. Estas condições irão diminuir gradualmente a potência e aumentar os vazamentos internos, chegando até a quebra e inutilização do equipamento. Essas bombas podem ser recondicionadas para voltar ao trabalho, mas para isso, deve ser observado com cuidado as vantagens econômicas do conserto, uma boa prática é atrelar o custo do reparo a  um percentual de um equipamento novo, é comum no mercado realizar o conserto de bombas hidráulicas no qual o custo seja menor que 60% de uma bomba nova.

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Contaminação: É a entrada de componentes estranhos e abrasivos a composição do óleo hidráulico utilizado.

Contaminação: É a entrada de componentes estranhos e abrasivos a composição do óleo hidráulico utilizado, esta é uma das causas mais comuns de desgastes e, às vezes, até levando a falha catastrófica da bomba. Pó abrasivo proveniente do ar contaminado com partículas sólidas em suspensão que entra e sai do reservatório, partículas de ferrugem do interior do tanque que se formam durante a vida do equipamento, partículas de desgaste da bomba e de outros componentes (mangueiras, tubulações, válvulas etc.) do sistema são todas fontes de contaminação. Os sintomas são semelhantes ao desgaste a longo prazo: diminuição gradual da potência devido aos desgastes das superfícies metálicas, dentes desgastados e outras partes desgastadas, até que as folgas sejam muito grandes, causando vazamentos internos. O óleo hidráulico precisa ser filtrado de acordo com a orientação do fabricante do sistema (em geral não mais que 10 mícrons absolutos para sistemas hidráulicos que não contenham componentes de precisão), a posição do filtro fica em sua maioria no lado de retorno do circuito. E o filtro deve ser trocado regularmente de acordo com o indicador de saturação. Os respiros do tanque também devem ter algum mecanismo de filtragem de ar e água (os filtros dissecantes). Fazer um controle de contaminação do seu óleo é essencial para o pleno funcionamento do sistema e trocar o elemento filtrante quando apontado no indicador de saturação garante a manutenção do nível de contaminação aceitável em seu sistema.

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Cavitação: A cavitação é a falta de óleo na entrada da bomba. A bomba quer puxar mais óleo do que a tubulação da entrada da bomba permite, devido a uma tubulação de sucção muito pequena ou restrita, velocidade muito alta do início do giro do eixo da bomba durante o start-up do equipamento, ou mesmo um filtro de sucção saturado. Pequenas mangueiras de entrada, filtros de entrada, muitos acessórios na linha de sucção, são as causas mais comuns de cavitação. Quando o óleo tem uma viscosidade alta (óleo muito espesso), especialmente quando em temperatura ambiente ou mais frio, é outra causa comum*. O vácuo aumentado na entrada do óleo com que os gases dissolvidos se transformem em bolhas, semelhantes a uma garrafa de champanhe ou refrigerante quando é aberta. As bolhas aderem às superfícies de metal na bomba e colapsam violentamente quando são movidas para o lado de pressão da câmara da bomba. Eles gradualmente danificam as superfícies de metal no lado da pressão da bomba.

Os sintomas característicos da cavitação, são de um ruído de chiado ou mesmo de pedras se batendo ou quebrando dentro da bomba, em especial quando o sistema estiver pressurizado (carregado). Às vezes é confundido com um mau funcionamento da bomba. Nestas circunstâncias o óleo de retorno pode ser espumoso, em casos graves de cavitação, o tanque pode transbordar com óleo espumoso. Depois que a erosão interna for severa, a bomba perderá energia.

Bombas que sofreram cavitação, não antes dos problemas de redução de passagem na sucção do sistema serem corrigidos primeiro, podem ser recondicionadas para voltar ao trabalho, mas para isso, deve ser observado com cuidado as vantagens econômicas do conserto, uma boa prática é atrelar o custo do reparo a  um percentual de um equipamento novo, é comum no mercado realizar o conserto de bombas hidráulicas no qual o custo seja menor que 60% de uma bomba nova.

* Durante o início do trabalho deixe o óleo aquecer trabalhando com o sistema sem carga e com uma rotação mais lenta, e ir aumentando gradualmente.

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Aeração: É a entrada de ar na linha de sucção da bomba, este um problema semelhante a cavitação, com a diferença que ao invés de gases dissolvidos na entrada da bomba, o contaminante é de ar atmosférico, a entrada de um fluxo de bolhas de ar para a linha de entrada ou sucção, através de um pequeno vazamento em uma mangueira de sucção endurecida ou furo em um tubo de aço ou ainda uma conexão solta ou gasta. A entrada as vezes é pequena o suficiente para não vazar óleo quando o sistema estiver desligado, mas grande o suficiente para permitir a entrada de ar. Quando as bolhas de ar se movem para o lado da pressão na bomba, elas colapsam e arrancam partes de metal da mesma forma que as bolhas na cavitação.

Os sintomas característicos de aeração são de um ruído de chiado ou mesmo de pedras se batendo ou quebrando dentro da bomba, em especial quando o sistema estiver pressurizado (carregado). Às vezes é confundido com um mau funcionamento da bomba. Nestas circunstâncias o óleo de retorno pode ser espumoso, em casos graves de aeração, o tanque pode transbordar com óleo espumoso. Depois que a erosão interna for severa, a bomba perderá energia.

Bombas que sofreram aeração, não antes dos problemas de entrada ar na sucção do sistema serem corrigidos primeiro, podem ser recondicionadas para voltar ao trabalho, mas para isso, deve ser observado com cuidado as vantagens econômicas do conserto, uma boa prática é atrelar o custo do reparo a  um percentual de um equipamento novo, é comum no mercado realizar o conserto de bombas hidráulicas no qual o custo seja menor que 60% de uma bomba nova.

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